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	<title>Pereira Filho</title>
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	<description>Site de neurocirurgiões de Porto Alegre</description>
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		<title>O que é Traumatismo Raquimedular?</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jan 2014 17:19:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Traumatismo Raquimedular]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Os traumatismos raquimedulares (coluna vertebral e medula) são lesões freqüentes na vida moderna. Estima-se que a lesão da medula espinhal ocorra em cerca de 15% a 20% das fraturas da coluna vertebral, e que 10% a 15% dos pacientes apresentem dano neurológico severo com grande morbidade e 5% de taxa de mortalidade, somente nos EUA...</p><p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/o-que-e-traumatismo-raquimedular/">O que é Traumatismo Raquimedular?</a> </ br>
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				<content:encoded><![CDATA[<p style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; line-height: normal;"><strong>Os traumatismos raquimedulares (coluna vertebral e medula) são lesões freqüentes na vida moderna. Estima-se que a lesão da medula espinhal ocorra em cerca de 15% a 20% das fraturas da coluna vertebral, e que 10% a 15% dos pacientes apresentem dano neurológico severo com grande morbidade e 5% de taxa de mortalidade, somente nos EUA (Fig. 1).</strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; line-height: normal;" align="center"><img alt="" src="http://institutocoluna.com.br/leigo/IM%2057.JPG" width="376" height="238" /></p>
<p style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; line-height: normal;" align="center"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;">Figura 1 – Figuras esquemáticas de fraturas da coluna</span></strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; line-height: normal;"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"><br />
Devido a esta grande incidência e custos elevados no diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção destes pacientes, a patologia é considerada como um grande problema socioeconômico. A lesão é mais freqüente no sexo masculino na proporção de 4:1, comprometendo os pacientes com faixa etária entre 15 e 40 anos de idade. A principal causa destas lesões são os acidentes envolvendo veículos automotores. Outras causas importantes são queda de altura, traumatismos esportivos, mergulho em águas rasas e ferimentos por arma de fogo que nos centros urbanos têm apresentado incidência crescente com o aumento da violência.</span></strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; line-height: normal;"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;">A localização anatômica mais comum de lesão medular é na região cervical, que está associada também ao maior índice de complicações, seqüelas e mortalidade em relação aos demais segmentos vertebrais (Fig. 2).</span></strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; line-height: normal;" align="center"><img alt="" src="http://institutocoluna.com.br/leigo/IM%2058.JPG" width="451" height="227" /></p>
<p style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; line-height: normal;" align="center"><strong><span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;">Figura 2 – Lesão da coluna cervical com deslocamento (fratura – luxação)</span></strong></p>
<p style="color: #333333; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; line-height: normal;">fonte: http://institutocoluna.com.br/11traumatismo.htm</p>
<p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/o-que-e-traumatismo-raquimedular/">O que é Traumatismo Raquimedular?</a> </ br>
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		<title>Tratamento &#8211; Hipófise</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 16:42:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hipófise]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Em geral o tratamento de adenomas hipofisários é cirúrgico, porém em algumas doenças, como nos casos dos prolactinoma, o tratamento pode ser feito com medicamentos sem a necessidade de operação. Em se tratando de Acromegalia pode ser cirúrgico, clínico ou raramente radioterápico. Cirúrgico, quando os adenomas são pequenos e centralizados, neste as taxas de cura...</p><p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/tratamento-hipofise/">Tratamento &#8211; Hipófise</a> </ br>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Em geral o tratamento de adenomas hipofisários é cirúrgico, porém em algumas doenças, como nos casos dos prolactinoma, o tratamento pode ser feito com medicamentos sem a necessidade de operação. Em se tratando de Acromegalia pode ser cirúrgico, clínico ou raramente radioterápico. Cirúrgico, quando os adenomas são pequenos e centralizados, neste as taxas de cura são maiores que 80%. Quando medem mais, esse índice cai para menos de 50%. Se os níveis hormonais não voltarem ao normal depois da cirurgia ou se o paciente não puder ser operado, o tratamento medicamentoso pode ser indicado. Este pode ser feito com agonistas dopaminérgicos, análogos da somatostatina e antagonistas do receptor do GH. Nos últimos dez anos, a aplicação de análogos da somatostatina tem sido a forma mais prescrita no tratamento da doença.</p>
<p>Em casos de Doença de Cushing o tratamento ideal é a cirurgia, porém alguns medicamentos podem ser utilizados para controle dos níveis hormonais. Por fim, Prolactinoma, cujo tratamento mais comum é o uso de medicamentos (da família dos agonistas dopaminérgicos) sendo a cirurgia reservada para casos especiais.  Nos tumores de hipófise a radioterapia tem um papel limitado, sendo reservada para os casos mais agressivos, especialmente como um tratamento complementar à cirurgia.</p>
<p>fonte:http://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/2266/traumatismo_raquimedular.htm</p>
<p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/tratamento-hipofise/">Tratamento &#8211; Hipófise</a> </ br>
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		<title>Diagnóstico &#8211; Hipofisários</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 16:39:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hipófise]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O diagnóstico das alterações da hipófise pode ser estabelecido a partir dos sintomas neurológicos (dor de cabeça e alterações visuais) e hormonais, seja deficiência ou excesso. Também pode ser necessária a investigação a partir de um achado incidental como o aumento de volume da hipófise (incidentaloma) em exame de imagem do crânio (tomografia ou ressonância...</p><p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/diagnostico-hipofisarios/">Diagnóstico &#8211; Hipofisários</a> </ br>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O diagnóstico das alterações da hipófise pode ser estabelecido a partir dos sintomas neurológicos (dor de cabeça e alterações visuais) e hormonais, seja deficiência ou excesso. Também pode ser necessária a investigação a partir de um achado incidental como o aumento de volume da hipófise (incidentaloma) em exame de imagem do crânio (tomografia ou ressonância magnética).</p>
<p>Todo paciente que apresenta suspeita de ser portador de adenoma hipofisário deve ser avaliado por meio da ressonância magnética da região hipofisária. Detectado o adenoma ou na presença de sinais e sintomas de deficiência ou excesso hormonal, devem ser realizadas também dosagens de todos os hormônios hipofisários. Em algumas situações são necessários testes funcionais para análise do perfil de secreção de alguns hormônios hipofisários.</p>
<p><b><br />
Sintomas</b>: Os sintomas são neurológicos e hormonais. No primeiro caso os sintomas são causados pela compressão que o tumor causa nas estruturas adjacentes e podem se apresentar como dor de cabeça constante nas regiões frontal e lateral, sem alívio após uso de analgésicos comuns. Outro sintoma é a diminuição da acuidade visual, principalmente pela perda do campo visual lateral que ocorre devido a compressão do quiasma ótico pelo tumor. Já os sintomas relativos às alterações hormonais podem ser reflexo do excesso ou da falta de produção dos hormônios.</p>
<p>Dentre os sintomas atribuídos à falta dos hormônios, geralmente causados pela compressão da hipófise normal pelo tumor, podemos citar a falta de energia, queda de pressão, desânimo, sonolência, falta de vitalidade, quedas da glicemia dentre outros. Com relação aos sintomas de excesso de hormônios, podemos dividi-los de acordo com o tipo de hormônio produzido. Em se tratando de acromegalia, a doença é causada por um adenoma benigno na hipófise que produz de modo descontrolado o hormônio do crescimento (GH) e o IGF-1 (insulin-like growth factor 1). O excesso desses hormônios ocasiona o surgimento de alterações no organismo como o crescimento das extremidades (mãos e pés), mudança no aspecto facial e alterações no metabolismo (hipertensão e diabetes).</p>
<p>Quando essa doença surge na adolescência pode haver o aumento exagerado da altura do paciente levando a quadro de Gigantismo. Os principais sintomas são: Mudanças na aparência física que podem ser atribuídas ao processo de envelhecimento como crescimento de mãos e pés, alargamento da região frontal e da testa, queixo proeminente, espaçamento entre os dentes com perda dentária, aumento do volume do nariz e dos lábios, espessamento da pele (se torna oleosa e propensa à acne), sudorese abundante, alterações respiratórias, cardiovasculares e metabólicas.</p>
<p>Outro hormônio controlado pela hipófise é o cortisol. O cortisol é o hormônio relacionado com as reações de estresse do organismo e é produzido pela glândula suprarrenal quando esta é estimulada pelo hormônio hipofisário ACTH. A doença de Cushing é uma doença rara, caracterizada pela presença de um nódulo na hipófise que produz níveis elevados de ACTH. Como consequência temos a produção também elevada do cortisol, que exerce efeitos negativos no metabolismo.</p>
<p>A quantidade elevada de cortisol pode gerar ganho de peso decorrente do aumento de gordura no abdômen, perda de massa muscular com afinamento de braços e pernas, surgimento de grandes estrias violáceas, arredondamento do rosto, a pele fica mais fina e sujeita a hematomas, além de alterações metabólicas como diabetes e hipertensão.<br />
Esta é uma doença rara e severa que deve ser tratada por neuroendocrinologistas experientes em centros de referência.</p>
<p>Outro conjunto de sintomas pode ser causado pelo excesso de prolactina no organismo. Esta situação pode ser causada rotineiramente por situações comuns como o estresse ou o uso de anticoncepcionais, porém quando encontramos níveis muito elevados de prolactina devemos pensar na possibilidade de um adenoma hipofisário ser produtor deste hormônio. As mulheres que apresentam essa condição geralmente se queixam de queda da libido, de irregularidade do ciclo menstrual e da saída de leite pelo peito (galactorréia). Nos homens, o sintoma mais comum é a perda de potencia sexual e, mais raramente, saída de leite pelo peito.</p>
<p>fonte: http://www.accamargo.org.br/tudo-sobre-o-cancer/hipofise/47/</p>
<p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/diagnostico-hipofisarios/">Diagnóstico &#8211; Hipofisários</a> </ br>
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		<title>O que é Hipófise?</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 16:35:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hipófise]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Localizada na base do cérebro, a hipófise é considerada a principal glândula do corpo humano. Essa afirmação se deve ao papel que ela desempenha em regular o trabalho de outras glândulas do corpo como a suprarrenal, tireóide, testículos e ovários. Além de coordenar o trabalho dessas glândulas, a hipófise também produz a prolactina (hormônio importante para...</p><p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/o-que-e-hipofise/">O que é Hipófise?</a> </ br>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Localizada na base do cérebro, a hipófise é considerada a <b>principal glândula do corpo humano</b>. Essa afirmação se deve ao papel que ela desempenha em regular o trabalho de outras glândulas do corpo como a suprarrenal, tireóide, testículos e ovários. Além de coordenar o trabalho dessas glândulas, a hipófise também produz a prolactina (hormônio importante para a lactação), o GH (hormônio do crescimento), o hormônio antidiurético (controle da quantidade de água no organismo) e o hormônio oxitocina (importante para o trabalho de parto).</p>
<p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/o-que-e-hipofise/">O que é Hipófise?</a> </ br>
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		<title>Microcirurgia: Quando a vista não alcança</title>
		<link>http://www.pereirafilho.com/2014/01/microcirurgia-quando-vista-nao-alcanca/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 16:11:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Microcirurgia]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>O microscópio transforma milímetros em centímetros. A mão do cirurgião que não se altera sequer com o tremor natural da respiração, dirige instrumentos delicados. Ampliação da imagem, coordenação de movimentos e leveza do instrumental preciso &#8211; eis a chave da microcirurgia, a operação de estruturas do organismo invisíveis a olho nu. Trata-se de uma técnica...</p><p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/microcirurgia-quando-vista-nao-alcanca/">Microcirurgia: Quando a vista não alcança</a> </ br>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>O microscópio transforma milímetros em centímetros. A mão do cirurgião que não se altera sequer com o tremor natural da respiração, dirige instrumentos delicados. Ampliação da imagem, coordenação de movimentos e leveza do instrumental preciso &#8211; eis a chave da microcirurgia, a operação de estruturas do organismo invisíveis a olho nu. Trata-se de uma técnica que se tornou a arma poderosa de diversas áreas da medicina cirúrgica, principalmente operações de vista, cérebro e aparelho auditivo. E, quando a cirurgia plástica lançou mão do instrumental microlentes de aumento e agulhas muito menores que as convencionais—o resultado foi uma verdadeira revolução: a plástica reconstrutiva, que permite reimplante de membros amputados, transplante de tecidos do corpo para corrigir defeitos, recuperação de movimentos em casos de paralisia.</p>
<p>O pioneiro na tentativa de superar as limitações do olho humano em cirurgia foi o dr. Nylen. médico otorrino sueco, que utilizou pela primeira vez o microscópio numa operação. em 1921. Na época, pouca atenção foi dada à novidade. Somente na década de 30, os cirurgiões oftalmologistas do mundo inteiro começaram a usar o microscópio para operações de vista, em que sempre se lida com estruturas muito delicadas. Nasceram assim os instrumentos cirúrgicos pequenos — até hoje, muitos deles. utilizados em microcirurgias. tem nomes típicos da oftalmologia. Em seguida, a técnica passou a ser aproveitada em cirurgias de ouvido. mas durante longo tempo ficou restrita a essas duas áreas.</p>
<p>Apenas no fim dos anos 50. pensou-se em microcirurgia para ligar pequenos vasos do corpo, de forma que o sangue não parasse de fluir. Em 1960, os norte-americanos Julius Jacobson e E.L. Suarez apresentaram uma técnica para suturar vasos com diâmetro inferior a dois milímetros. Foi um marco: a ciência médica provava que era possível recuperar pequenas estruturas do corpo humano. O que ainda faltava era tecnologia: o instrumental cirúrgico disponível era tão grosseiro para esse fim, como uma faca de cozinha perto de um bisturi.</p>
<p>Alguns médicos pioneiros em microcirurgia ajudaram a resolver o problema. O próprio Jacobson foi quem convenceu a firma alemã de equipamentos óticos Carl Zeiss a projetar o primeiro microscópio cirúrgico. O norte-americano Harry Buncke. em experiências realizadas na Califórnia, desenhou muitos dos novos instrumentos. Era preciso, por exemplo, ter pinças que não danificassem o que agarravam. Os clamps—grampos que prendem o sangue nos vasos, enquanto estão sendo suturados—não poderiam esmagar os tecidos. As tesouras deveriam ter molas, para cortar com movimentos mais suaves.</p>
<p>Restava ainda a questão das linhas e agulhas. Já existia o fio de náilon chamado 6-0, com 40 micra (milésimos de milímetro) de espessura, até hoje empregado em cirurgia de olhos: mas vasos e nervos pediam fios mais finos que o mais fino dos fios de cabelo, e em meados dos anos 60 chegou-se a um com 22 micra. As agulhas, por sua vez, não poderiam ter buraco para o fio passar pois, nesse caso, seriam mais grossas numa das extermidades, rasgando os tecidos. A solução foi colar o fio na ponta da agulha microcirúrgica, que geralmente tem quatro milímetros de comprimento.</p>
<p>Em 1968, o cirurgião japonês Susumu Tamai fez o primeiro reimplante de um dedo amputado. Também no Japão, o dr. Kyionori Harii começou a transplantar tecidos para reconstruir o couro cabeludo de pacientes com queimaduras. Em 1973, os australianos Roland Daniel e I. Taylor reconstruíram o osso de uma tíbia esfacelada num acidente; em outros tempos seria um caso de amputação da perna.</p>
<p>A partir da década de 70, a microcirurgia teve um grande impulso. Na América Latina, o primeiro reimplante de mão foi realizado em 1971, em São Paulo, pela equipe do cirurgião plástico Marcus Castro Ferreira. A mesma equipe realizou o primeiro reimplante de dedos no continente, dois anos mais tarde. Fez sentido a mão vir antes do dedo: quanto menor o membro, maior a dificuldade para o reimplante. Atualmente, 90 por cento das cirurgias desse tipo trazem bons resultados.</p>
<p>A exigência de grande habilidade mental e física para qualquer cirurgião é ainda mais rigorosa no caso do microcirurgião. Ele deve acostumar-se a enxergar, através da barreira de lentes do microscópio, o horizonte de um campo operatório que alcança, no máximo, 60 milímetros —e. no mínimo, seis. Além disso, o médico deve familiarizar-se com a imagem ampliada de microestruturas. como vasos capilares e nervos. A tendência natural é acelerar os movimentos na proporção em que o microscópio amplia a imagem. Daí é preciso frear a mão. Aprende-se em cirurgia a trabalhar com eficiência e rapidez. Mas na microcirugia, que é ensinada a nível de pós-graduação, deve-se saber que a velocidade é um obstáculo, porque nem tudo o que o cirurgião tem em mente os instrumentos conseguem realizar; muitas vezes, é o microcirurgião quem obedece ao ritmo de pinças e agulha.</p>
<p>O microcirurgião não pode, por exemplo, jogar tênis &#8211; esporte que parece ser a paixão de nove em cada dez estrelas da medicina—, porque, nas vinte quatro horas após uma partida, causa nas mãos leves tremores, quase imperceptíveis, mas fatais para quem opera num universo milimétrico. Pelo mesmo motivo, ao contrário das cirurgias convencionais, durante uma microcirurgia há silêncio quase absoluto. Só se conversa em casos de extrema necessidade, pois a alteração na respiração também faz as mãos tremerem. A cirurgia em si pode durar de três a sete horas.</p>
<p>Tudo isso mostra como é detalhista uma cirurgia de reimplante. Primeiro, trata-se a ferida; o corte do membro deve ser o mais liso possível. &#8220;Muitas vezes, encurtamos o membro com um segundo corte para retirar a parte esfacelada&#8221;, explica o dr. Aulus Albano, chefe do departamento de microcirurgia do Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo.</p>
<p>O passo seguinte é fixar o osso quebrado com o auxílio de fios metálicos. Depois, devem-se ligar os vasos. Com grampos especiais. o cirurgião prende cada ponta de veia ou artéria, para interromper o fluxo sangüineo. A seguir, um a um, cada vaso é costurado com quatro ou seis micropontos: se, ao soltar os dois grampos de um vaso, o sangue voltar a passar. é sinal de que tudo vai bem. Finalmente. emendam-se os nervos e os tendões e costura-se a pele.</p>
<p>A cirurgia precisa ser feita até quatro horas após o acidente, para evitar a degeneração dos tecidos. Quando isso é impossível e o membro amputado tem uma função importante &#8211; como o polegar, que permite agarrar objetos—, o cirurgião pode recorrer ao transplante: por exemplo, amputar um dedo do pé e reimplantá-lo na mão. &#8220;Essa operação tem sido feita com sucesso quase total&#8221;. informa o dr. Albano, &#8220;mas, quando acontece uma exceção, costumo dizer que se trata de um ’fracasso monumental’, onde há um transplante e dois buracos, pois o paciente perde um segundo membro. &#8220;Imprevisível mesmo, porém, é a microcirurgia para reconstrução de nervos.</p>
<p>Enquanto, ao ligar uma artéria, o cirurgião vê o sangue circular por ela imediatamente depois, o nervo dá uma resposta lenta e sua recuperação não depende apenas da cirurgia. O cirurgião Marcus Castro Ferreira, da USP, observa que &#8220;pouco se sabe sobre a regeneração dos nervos, e além disso existe o grande problema da atrofia muscular&#8221;.</p>
<p>O nervo é formado por células nervosas, os neurônios, ligadas por uma espécie de fio estreito, o axiônio. O axiônio é um prolongamento da substância citoplasma que existe nos neurônios, revestida por um tecido &#8211; uma vez quebrado o axiônio, não há como emendá-lo. Emendam-se, portanto, os dois pontos de contato dos neurônios e, às vezes, enxertam-se pedaços de nervos de outras partes do corpo, geralmente da perna. O fio de náilon pode ser substituído por uma microgota de cola de fibrina, uma proteína insolúvel, existente nos coágulos sangüineos. O resto é questão de sorte.</p>
<p>&#8220;Sabemos que, quanto mais jovem o paciente, maiores as chances de recuperar os movimentos. Essa é a única certeza que se tem. diz o dr. Ferreira. O problema é que, em algumas pessoas. independente da idade. os nervos se regeneram, ou seja, o axiônio cresce; em outros casos, isso não acontece. Como a regeneração se dá à média de um milímetro por dia. os médicos levam mais tempo do que gostariam para perceber se o rosto que ficou paralisado após um corte em acidente de carro ou a mão que perdeu os movimentos após uma facada voltarão a ser normais. Nos casos da cirurgia para corrigir a paralisia de toda a parte superior do corpo pode-se esperar até um ano por uma resposta. É comum danificar esse feixe de nervos, o plexo braquial, que começa na nuca e vai até o braço, em acidentes com motos.</p>
<p>A questão da atrofia é ainda mais instigante. &#8220;As vezes o nervo se regenera&#8221;, nota o dr. Ferreira, mas o músculo atrofiado está enrijecido e fibroso. portanto não se mexe. Não há fisioterapia que evite o problema. aparentemente causado pelo desaparecimento de uma substância enviada pelos nervos aos músculos. Essa substância seria a responsável pela tonicidade muscular.</p>
<p>Os prazos na cirurgia de reconstrução de nervos também existem. Há quase cem por cento de chance para quem é operado menos de 48 horas após um corte em qualquer parte do corpo. Nos casos do feixe plexo branquial, o prazo estende-se para um mês. Depois as chances vão diminuindo. &#8220;Após um ou dois anos, a paralisia é irreversível&#8221;. adverte o dr. Ferreira.</p>
<p>A microcirurgia há muito deixou de ser uma raridade. No Centro de Microcirurgia da USP. por exemplo, todo dia se faz uma intervenção desse tipo. O dr. Ferreira. criador do Centro, e ele próprio autor de 1 500 operações com o microscópio. prevê que no futuro haverá bancos de órgãos para transplantes. Existem condições técnicas de implantar a mão de um cadáver em uma pessoa&#8221;, diz, &#8220;mas há 0 problema ético&#8221;. O problema médico, no caso, é a necessidade de usar drogas fortíssimas contra a rejeição. Nos transplantes cardíacos recorre-se a elas porque são a única chance do paciente. Mas ninguém arrisca a vida por um pé.</p>
<p>fonte :http://super.abril.com.br/tecnologia/microcirurgia-quando-vista-nao-alcanca-438410.shtml</p>
<p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/microcirurgia-quando-vista-nao-alcanca/">Microcirurgia: Quando a vista não alcança</a> </ br>
<a rel="author" href="http://www.pereirafilho.com/author/admin/">admin</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Primeiros socorros para hemorragia</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 15:52:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[HEMORRAGIA]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Os primeiros socorros para hemorragia causada por ferimentos na pele são: Fazer um garrote amarrando um tecido limpo diretamente na ferida ou alguns centímetros acima da lesão; Se for localizada no braço ou na perna recomenda-se mantê-la elevada para diminuir a saída de sangue; Se a lesão for localizada no abdômen e não for possível fazer o garrote,...</p><p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/primeiros-socorros-para-hemorragia/">Primeiros socorros para hemorragia</a> </ br>
<a rel="author" href="http://www.pereirafilho.com/author/admin/">admin</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os primeiros socorros para hemorragia causada por ferimentos na pele são:</p>
<ul>
<li>Fazer um garrote amarrando um tecido limpo diretamente na ferida ou alguns centímetros acima da lesão;</li>
<li>Se for localizada no braço ou na perna recomenda-se mantê-la elevada para diminuir a saída de sangue;</li>
<li>Se a lesão for localizada no abdômen e não for possível fazer o garrote, recomenda-se colocar um pano limpo em cima da lesão e pressionar para que o sangue não saia.</li>
</ul>
<p>Nunca retire o objeto que eventualmente esteja encravado no local da hemorragia, faça pressão ao redor, ou amarre algo a redor de forma a tentar minimizar o fluxo de sangue.</p>
<p>As hemorragias podem ser causadas por diversos fatores que devem ser identificados posteriormente, mas é vital que seja controlada para garantir o bem-estar imediato da vítima até chegar socorro médico profissional de emergência.</p>
<h4>Link útil:</h4>
<ul>
<li><a href="http://www.tuasaude.com/remedio-caseiro-para-controlar-hemorragia/">Remédio caseiro para controlar hemorragia</a></li>
</ul>
<p>fonte: http://www.tuasaude.com/primeiros-socorros-para-hemorragia/</p>
<p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/primeiros-socorros-para-hemorragia/">Primeiros socorros para hemorragia</a> </ br>
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		<title>Tipos de hemorragia</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 15:50:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[HEMORRAGIA]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Hemorragia é caracterizada pela perda de sangue. Os tipos de hemorragias são: Hemorragia capilar: pelo rompimentos de vasos sanguíneos muitos pequenos, Hemorragia arterial: pelo rompimento de uma artéria, Hemorragia venosa: pelo rompimento de uma veia, Hemorragia interna: não há exteriorização do sangue, Hemorragia externa: quando o sangue sai para fora do corpo, Hemorragia mista: quando ocorre mais de...</p><p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/tipos-de-hemorragia/">Tipos de hemorragia</a> </ br>
<a rel="author" href="http://www.pereirafilho.com/author/admin/">admin</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.tuasaude.com/hemorragia/">Hemorragia</a> é caracterizada pela perda de sangue. Os tipos de hemorragias são:</p>
<p><strong>Hemorragia capilar</strong>: pelo rompimentos de vasos sanguíneos muitos pequenos,</p>
<p><strong>Hemorragia arterial</strong>: pelo rompimento de uma artéria,</p>
<p><strong>Hemorragia venosa</strong>: pelo rompimento de uma veia,</p>
<p><strong>Hemorragia interna</strong>: não há exteriorização do sangue,</p>
<p><strong>Hemorragia externa</strong>: quando o sangue sai para fora do corpo,</p>
<p><strong>Hemorragia mista</strong>: quando ocorre mais de um tipo de hemorragia.</p>
<p>As hemorragias quando graves, devem ser tratadas prontamente, pois em alguns casos pode haver risco de morte.</p>
<p>fonte: http://www.tuasaude.com/tipos-de-hemorragia/</p>
<p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/tipos-de-hemorragia/">Tipos de hemorragia</a> </ br>
<a rel="author" href="http://www.pereirafilho.com/author/admin/">admin</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como parar uma hemorragia</title>
		<link>http://www.pereirafilho.com/2014/01/como-parar-uma-hemorragia/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 15:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[HEMORRAGIA]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Para parar uma hemorragia recomenda-se fazer um garrote alguns centímetros acima da lesão, como por exemplo amarrar uma camisa limpa num braço, ou numa perna que tenha um sangramento grave. As hemorragias internas só podem ser cessadas pelos médicos e é preciso levar o indivíduo para o hospital o mais rápido possível. Numa hemorragia as...</p><p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/como-parar-uma-hemorragia/">Como parar uma hemorragia</a> </ br>
<a rel="author" href="http://www.pereirafilho.com/author/admin/">admin</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Para parar uma hemorragia recomenda-se fazer um garrote alguns centímetros acima da lesão, como por exemplo amarrar uma camisa limpa num braço, ou numa perna que tenha um sangramento grave.</p>
<p>As hemorragias internas só podem ser cessadas pelos médicos e é preciso levar o indivíduo para o hospital o mais rápido possível.</p>
<p>Numa hemorragia as principais complicações que podem ocorrer são o risco de infecção e o estado de choque hipovolêmico, devido a falta de sangue nos principais órgãos do organismo que são o cérebro, coração e rins.</p>
<p>fonte: http://www.tuasaude.com/hemorragia/</p>
<p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/como-parar-uma-hemorragia/">Como parar uma hemorragia</a> </ br>
<a rel="author" href="http://www.pereirafilho.com/author/admin/">admin</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Como identificar uma hemorragia</title>
		<link>http://www.pereirafilho.com/2014/01/como-identificar-uma-hemorragia/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 15:46:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[HEMORRAGIA]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Quando há uma hemorragia externa, deve-se observar a coloração do sangue, se a cor for vermelho vivo, será um jato forte necessitando de uma compressa feita imediatamente, pois há grande risco de morte por perda sanguínea. Se a cor do sangue for mais escura, há menor risco de morte, mas também é uma situação grave que...</p><p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/como-identificar-uma-hemorragia/">Como identificar uma hemorragia</a> </ br>
<a rel="author" href="http://www.pereirafilho.com/author/admin/">admin</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quando há uma hemorragia externa, deve-se observar a coloração do sangue, se a cor for vermelho vivo, será um jato forte necessitando de uma compressa feita imediatamente, pois há grande risco de morte por perda sanguínea.</p>
<p>Se a cor do sangue for mais escura, há menor risco de morte, mas também é uma situação grave que deve ser tratada o quanto antes.</p>
<p>A hemorragia interna pode ser observada através da saída de uma pequena quantidade de sangue pelas narinas ou nos ouvidos e dor abdominal intensa.</p>
<p>fonte: http://www.tuasaude.com/hemorragia/</p>
<p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/como-identificar-uma-hemorragia/">Como identificar uma hemorragia</a> </ br>
<a rel="author" href="http://www.pereirafilho.com/author/admin/">admin</a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>O que é Hemorragia?</title>
		<link>http://www.pereirafilho.com/2014/01/o-que-e-hemorragia/</link>
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		<pubDate>Thu, 09 Jan 2014 15:44:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[HEMORRAGIA]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Hemorragia é caracterizada por uma intensa perda de sangue por algum orifício ou corte para dentro ou para fora do corpo. Sempre que um indivíduo for identificado com uma hemorragia de maior volume e que não cede espontaneamente  recomenda-se levá-lo ao hospital o mais rápido possível. A hemorragia pode ser classificada como: Hemorragia Interna: ocorre quando não...</p><p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/o-que-e-hemorragia/">O que é Hemorragia?</a> </ br>
<a rel="author" href="http://www.pereirafilho.com/author/admin/">admin</a></p>]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Hemorragia é caracterizada por uma intensa perda de sangue por algum orifício ou corte para dentro ou para fora do corpo. Sempre que um indivíduo for identificado com uma hemorragia de maior volume e que não cede espontaneamente  recomenda-se levá-lo ao hospital o mais rápido possível.</p>
<p>A hemorragia pode ser classificada como:</p>
<ul>
<li><strong>Hemorragia Interna</strong>: ocorre quando não a vemos sem exames específicos ou quando há um pequeno sangramento no nariz ou nos ouvidos e</li>
<li><strong>Hemorragia Externa</strong>: ocorre quando o sangue pode ser visto a olho nu, como ocorre nos acidentes automobilísticos, por exemplo.</li>
</ul>
<p>Quando há uma hemorragia interna ela só pode ser identificada por médicos com base em exames específicos. No hospital será procurado então o local onde está ocorrendo o sangramento para ser tratado, mas saber quais são os <a href="http://www.tuasaude.com/primeiros-socorros-para-hemorragia/">primeiros socorros para hemorragia</a>pode salvar uma vida.</p>
<p>fonte: http://www.tuasaude.com/hemorragia/</p>
<p><a href="http://www.pereirafilho.com/2014/01/o-que-e-hemorragia/">O que é Hemorragia?</a> </ br>
<a rel="author" href="http://www.pereirafilho.com/author/admin/">admin</a></p>]]></content:encoded>
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